Olá, pessoa!
Falar em público vai muito além do que simplesmente fazer
discurso.
É bem provável que você tenha estranhado o advérbio ‘simplesmente’.
Mas, qual a razão dele estar aí?
Porque as pessoas têm costume da achar que falar em público
é para os políticos, pregadores (pastores) e, ultimamente, para palestrantes, pessoas
essas que precisam se comunicar para plateias cada vez maiores.
Só que nem sempre é assim.
Hoje em dia, saber se comunicar (bem) é uma habilidade
social exigida mesmo nos lugares em que você menos percebe.
Vejamos alguns exemplos:
Você é chamado numa entrevista para emprego: por incrível
que pareça, aquelas perguntas feitas pelo recrutador têm mais a ver com o seu autoconhecimento do que com a atribuição que o seu cargo exigirá. E na hora de
contar de onde você vem e o que espera da empresa, você se perde;
Você treina uma equipe de vendas: sabe tudo sobre o produto
e a empresa, mas, na hora de passar as informações para os seus colaboradores,
não consegue encontrar a palavra correta para que eles entendam a sua mensagem.
Com isso, a equipe sai ‘motivada para o lado errado’ e os resultados não são os
esperados;
Você vai apresentar um trabalho na faculdade: após fazer sua
pesquisa, sente-se preparado para enfrentar a banca, mas, na hora H, percebe
que seus slides não correspondem àquilo que você queria dizer. Aí, você procura
uma palavra para substituir uma imagem e não encontra e, optando pela pior das
hipóteses, faz o que a maioria faz: escreve e lê PowerPoint, tornando a sua
apresentação monótona e cansativa.
Estas são apenas algumas situações em que o falar em público
é importante, não exige discurso para grandes plateias e você não nota.
Como eu costumo dizer: Falar em público? Você não precisa.
Até precisar.
E aí?
Vai esperar a situação desesperadora bater na sua porta para
‘correr atrás’?
Olhe a tudo que está ao seu redor e que precisa ser
comunicado.
A partir daí, veja se está preparado para enfrentar qualquer
situação.
É isso.

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