domingo, 11 de novembro de 2018

De graça é sempre de graça


Olá, pessoa!
Seu network é da 'turma do grátis'?
O network é muito importante em todas as profissões. Prova disso são as comunidades de negócios que vão surgindo com interesses afins cujo propósito é propagar novas habilidades e movimentar a economia de determinado setor. Traduzindo e simplificando: network é a maneira de indicar e ser indicado.
No entanto, para se sentirem integrados em determinado setor, muitos profissionais se atrelam a grupos que não agregam valor. E as indicações são sempre as mais pífias e não geram resultado.
Para medir a qualidade da sua rede de contatos, verifique se as indicações recebidas geram orçamentos plausíveis ou se a outra ponta apenas quer seu serviço, mas não quer pagar.
Caso tenha se identificado, saiba que a sua turma de network quer apenas tomar café, comer um pão de queijo e conjecturar igual gente grande. No primeiro sintoma detectado, pule fora. Seja claro nos seus objetivos e não hesite em desistir de frequentar estas rodas. Não precisa perder a amizade; basta tomar posição.
Agora, se você aceitar trabalhar de graça, tenha em mente se aquele job vai te trazer algum dividendo no futuro, de preferência a médio prazo. Em alguns casos compensa ‘abrir portas’, em muitos outros não. O trabalho voluntário também é importante, mas lembre-se que você não paga suas contas fazendo caridade. Para o voluntariado, defina uma instituição, um horário e limite-se a isto. Nem sempre há tempo para ser voluntário no esquema 24/7!
Certa vez, durante uma exposição de trabalho no MBA, ouvi de um colega: ‘Cobre pouco, mas cobre. Quem trabalha de graça uma vez, vai ter de trabalhar sempre de graça’.
Esta é a mais pura verdade. Muitas vezes alguém pede algo de graça para você hoje e amanhã está pagando para outro fazer o mesmo serviço.
É assim que funciona.
E aí? Seu network é da ‘turma do grátis’?
É isso.


segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Às vezes não é preço. É praça.


Olá, pessoa!
Não preciso recorrer a muitas palavras para descobrir seus conhecimentos sobre os famosos 4Ps do Marketing: Preço, Praça, Produto e Promoção.
Muitas vezes você tem o produto e acha que tem de fazer promoção dele. Aí baixa o preço em busca de resultado e o tal resultado não vem.
Quantas vezes, você, empreendedor, não fez a melhor oferta do mundo, parcelou em inúmeras vezes e o resultado foi pífio? Se te entregaram um cheque, ele ainda está na sua gaveta, fazendo você passar raiva toda vez que olha para ele, não é?
Se já passou por isso, que tal parar de colocar a culpa no produto e buscar um público qualificado para ele?
Hoje em dia, muitas pessoas sabem que precisam de algo, mas não querem pagar. Com isto, recorrem a tutoriais de internet, amostras grátis conseguidas nas mais variadas feiras; outros, na maior ‘caruda’, até te pedem dicas sobre como resolver determinada situação, mas, no fundo, você percebe que tais pessoas querem só o 0800. Querem tudo de graça e não estão dispostas a te oferecer um centavo em troca!
Desanimado, mas resiliente, você decide cobrar o preço que realmente seu produto vale. Diminui a oferta, apela para a escassez e, surpreso, vê que um público qualificado o comprou!
E sabe o que é melhor? Este comprador ainda faz indicações pontuais que aumentam a sua credibilidade no segmento.
Como sempre digo, empreender é acordar desempregado todo dia e buscar alternativas. Mas saiba que derrubar o próprio preço e pagar caro para poder vender, não é negócio pra ninguém. Se quiser valorizar o que tem na mão, use este raciocínio: se for um produto, quanto eu gastei na linha de produção? Se for serviço, quanto eu investi em conhecimento para me aprimorar?
Lembre-se que, ao invés de baixar seu preço, procure subir o nível dos seus possíveis compradores. Outra dica é parar de ouvir besteiras de palestrantes que dizem que a culpa é sempre sua. Pode não ser, sabia?
É um caminho árduo, porém, como diz um ditado que circula por aí: ‘Seja reconhecido pelo seu trabalho e não pelo seu menor preço’.
É isso.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Essa tal de ANSIEDADE

Olá, pessoa!
Você fica ansioso ao falar em público?
Corre atrás de cursos grátis e e-books que prometem milagre?
Este vídeo é pra VOCÊ!


terça-feira, 8 de maio de 2018

Desenvolvimento? Xi! Eu quero é meu diploma!


Olá, pessoa!

Um pouco de reflexão sobre o que se convencionou chamar de 'ensino superior':
Uma parte significativa do 'alunato' (eu sei que o correto é corpo discente, viu?) vai para uma faculdade apenas atrás do certificado ou diploma.
Não precisa ir muito longe para perceber esta terrível situação:
1) o analfabetismo funcional está cada vez maior nos egressos de faculdades;
2) palestras com temas interessantes e referentes ao mercado de trabalho só conseguem adesão se forem prometidos bônus em horas complementares;
3) não existe produto acessível para este público: tudo 'tá caro', tudo 'agora não dá', tudo 'estou apertado'. No entanto, estas justificativas não servem quando o assunto é ticket caríssimo que dá direito a open bar: aí toda balada é acessível, mesmo que se tenha que parcelar no cartão e jogar todo o resultado dela no primeiro banheiro químico ou aguentar dores na nuca e aquele olhar de peixe morto no dia seguinte.
Ou seja: a velha máxima de se ir na faculdade pra aprender a jogar truco continua imperando no meio, com algumas variações.
Some-se a tudo isso, uma tal propaganda do governo, que dá prêmio de 'jovem cientista' pra quem planta mato em muro.
E eu achando que cientista era quem se interessava por ciência, pesquisa, desenvolvia novos remédios e apresentava soluções factíveis para os principais problemas da humanidade. Que ingenuidade!
Desenvolvimento pessoal?
O que é isso?
Eu quero meu diploma. Eu tô pagando.
Viva a pátria educadora!
É isso.

terça-feira, 13 de março de 2018

O apresentador também entra no orçamento



Olá, pessoa!
Este artigo é sobre um profissional que é sempre esquecido pelos organizadores de evento amadores: o Mestre de Cerimônias.
Tais pessoas, quando começam o briefing para organizar um evento, muitas vezes querendo agradar ao cliente, vão cortando custos e omitindo orçamentos para não perderem o trabalho.
E aí, lembram do aluguel do salão (nem sempre barato) da luz, do som, do Buffet (nem sempre barato), da banda, do aluguel das mesas, dos convites, dos recepcionistas, do lay-out e, quando chega a hora de acender as luzes, quem será que vai apresentar tudo isso?
Afinal, foram meses de programação, mas agora, o palco está vazio, tem um microfone e o organizador descobre que não vai adiantar achar ‘alguém com a voz bonita’ pra conduzir tudo aquilo. Meu Deus, e agora?
E aí, num último instante, dão uma ‘gugada’ e ligam pro primeiro que aparece. O argumento é sempre o mesmo: ‘sabe, temos um evento e o orçamento é curto, tá muito apertado e o cliente não tem verba’. E oferecem um cachê que mal paga a gasolina, independente do local onde o evento esteja.
Só que não percebem que o verdadeiro Mestre de Cerimônias, aquele profissional que estudou para isso, conhece destas artimanhas e sabe que não é a falta de dinheiro do cliente e sim a desorganização de quem está promovendo o evento e que, na última hora, quer se ‘livrar do abacaxi’. Afinal, se tinha dinheiro pra tudo, como é que ‘o budget’ está apertado?
Caso você seja um promoter, lembre-se que o Mestre de Cerimônias é quem vai conduzir o seu evento com leveza, independente de tudo o que aconteça de errado nos bastidores. É ele que vai segurar a onda pra que tudo pareça normal!
A marca de sua empresa, baile de debutante, casamento, bodas, pode ser lembrada de forma negativa, caso o seu apresentador deixe falhas.
Em tempo: citei acima alguns itens que devem ser levados em consideração na organização de um evento e saiba que o cachê de quem vai apresentar tudo isso, é uma percentagem mínima de todos eles.
Apresentador também ‘entra’ no orçamento.
Pense nisso.
É isso.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Billy Graham: talento, originalidade e mentoria

Olá,  pessoa!
Um pouquinho de quase textão:
Os órgãos de Imprensa falaram dele. Muitos olharam para a televisão com cara de 'quem é esse pastorzinho?'
Amigo do Trump? Do Nixxon? Do Reagan? Do Obama?
E assim, torceram o nariz, sempre empinado na ignorância da memória curta e do obscurantismo das mentes supostamente modernas e antenadas.
Não é sobre o Evangelho ou Mentoria: é sobre a postura, presença de palco, poder da mensagem e durabilidade (tempo de estrada).
Muitos pastorzinhos (sic) movidos à Youtube emulam os trejeitos dele sem sucesso e ficam caricatos e bizarros na frente de uma plateia desqualificada, mas empolgada.
Ao contrário do também talentoso Jimmy Swaggart, que permitiu que o Evangelho lhe subisse à cabeça e se envolveu em escândalos, a figura humilde e compassiva de BG vai perdurar por muito tempo, principalmente para os que gostam de palavras, gestos, atitudes e, acima de tudo, originalidade.
Grandes oradores serão lembrados para sempre.
É isso.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Entre o politicamente correto e a sinceridade

Olá, pessoa!

O politicamente correto deixou as pessoas sensíveis; porém, não educadas e elegantes.
De hoje em dia, pra não ofender, até pra se fazer uma crítica severa, expor um ponto de vista, são utilizadas expressões como: "me desculpa a sinceridade", "meu caro amigo", "nobre excelência" (e para gente que de nobreza e excelência não tem nada), "não me leve a mal". 
Cheguei, há algum tempo, observar o uso de 'preclaro', um adjetivo arcaico que achava que tinha saído do dicionário já (!).
Não obstante estes termos polidos (hein?) 'a lenha desceu' e amizades foram prejudicadas.
Então, qual a razão de tentar ser elegante (sem ser) e de tentar parecer educado (sem parecer e ser)?
Ter objetividade na comunicação é o que há.
Pensar o que se pensa e se expressar, é o que há.
Sem mimimi.
Sem esta linguagem que, ao invés de esclarecer, deixa quem fala, com jeitão de pateta.
Abaixo o politicamente correto e Acima a sinceridade sem máscaras.
É isso.